Olá pessoal.
Alguém sabe como funciona o processo para as certificações LoadRunner e QTP - HP e se ocorre no Brasil ?
Abraço.
Pessoal,
Olá pessoal,
depois de diversas tentativa de criar um blog, finalmente no ano passado eu tomei gosto pela arte de disseminar o meu humilde conhecimento para colegas e amigos que tem o mesmo interesse e hoje participo de um blog especializado em TI chamado bytesdontbite.com ou Bdb.
Por isso estou aqui para repassar para todos que possam interessar uma série de posts relacionado a automação de testes para Android, pois eu pesquisei e achei pouca coisa relacionada a esta area em específico.
A série ainda não esta completa , ainda falta um ultimo post que vai sair na próxima semana.
Parte 1 - http://goo.gl/2
Parte 2 - http://goo.gl/6
Parte 3 - http://goo.gl/x
Parte 4 (Final) - http://t.co/LbvfYkQv
Espero que gostem.
Abraços
Diego Delgado
Pessoal,
criei um post no meu Blog falando sobre a Consultoria de Testes que fiz recentemente. Lá vocês podem acompanhar todo o processo e eventualmente colaborarem para que nosso trabalho, em conjunto, seja sempre positivo:
http://testavo.blogspot.com/2011/12/consultoria-de-testes-lugati-vitoria-es.html
A ideia é que vocês possam acompanhar o processo de mudança e autoconhecimento das empresas que desejam caminhar para o lado da qualidade. E é importante que nós possamos agregar com o trabalho de uns e outros pois tem espaço para todo mundo.
É possível que num futuro próximo nós possamos abrir uma Fábrica de Testes lá, daí vamos precisar conversar com mais calma.
abraços,
Luiz Gustavo Schroeder Vieira, CTAL
http://testavo.blogspot.com
http://www.lugati.com.br
Existem ainda outros processos mencionados no TMap Next que servem como suporte e auxílio para as mais diversas atividade de teste de software descritas até aqui, bem como para outros os outros processos vistos anteriormente. Veremos à seguir alguns desses processos.
Como já foi falado, às vezes é mais eficiente para organizar certos aspectos/suporte de forma centralizada ao invés por projeto. Trata-se de apoiar os processos para os seguintes assuntos:
- Política de teste
- Organização de teste permanente
- Ambientes de teste
- Ferramentas de teste
- Profissionais de teste
Processos de Suporte - Política de Teste
A política de teste descreve como uma organização lida com as pessoas, recursos e métodos envolvidos no processo de teste em várias situações
Uma vez que o teste é um dos instrumentos para garantir a qualidade, a política de teste terá que estar em consonância com as medidas políticas e outras iniciativas em relação à gestão da qualidade.
A automação do Teste de Performance é uma necessidade do projeto e se torna inevitável para o sucesso em termos de atingir os objetivos/metas acordados com os stakeholders.
Com isso, se torna extremamente valioso a correta aquisição da ferramenta em questão, não sendo necessariamente a mais cara, mas sim a que possa trazer mais facilidades e produtividade para a equipe.
Ferramentas de automação não fazem milagres!!!
Para tanto, a disponibilização de tais ferramentas requer não apenas tempo e dinheiro, mas preparação, planejamento e treinamento. Isso porque a automação do Teste de Performance é um processo humano.
O processo para automação de um Teste de Performance pode ser visualizado a seguir:
O quê, como e aonde automatizar? Leve em consideração a figura abaixo e imagine qual seria a estratégia de testes ideal para que os objetivos de performance fossem atingidos:
Testes de Carga
Existem muitas razões para o teste de carga em aplicações Web. O tipo mais básico de teste de carga é usado para determinar o comportamento da aplicação Web através de condições normais e altos picos de carga. À medida que se começa o teste de carga, é recomendável se começar com um pequeno número de usuários virtuais(Virtual Users) e então incrementar gradualmente a carga do normal até o pico.
Durante esta execução observe como sua aplicação reage durante o aumento da carga de trabalho.
O processo para Teste de Carga pode ser visualizado a seguir:
Adicionalmente, não existem modelos universalmente aceitos para este tipo de teste. Com isso, vários outros modelos podem ser propostos.
O modelo abaixo pode ser considerado como outro exemplo para Testes de Carga:
Ciclo de Vida de Teste de Performance(PTLC - Performance Testing Life Cycle): Assim como há o Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software(SDLC), existe também um termo novo chamado de Ciclo de Vida de Teste de Performance, o qual é relevante para sistemas baseados na Web. PTLC é parte fundamental e indispensável do SDLC.
Uma vez que problemas relacionados com performance devem ser realizados em cada nível do SDLC, existe a necessidade de se avaliar cada fase novamente, saber a causa raiz de cada problema encontrado e ainda registrar os defeitos.
Cada fase do SDLC tem um componente de PTLC!
O Teste de Performance dentro do Ciclo de Vida Tradicional de Desenvolvimento de Software(Waterfall):
O Teste de Performance dentro do Ciclo de Vida de Teste de Software:
Outros exemplos ainda para um ciclo de vida para testes de performance pode ser o abaixo:
Teste de Performance é uma parte crucial de um processo de Qualidade e teste de Software em uma aplicação Web.
Na maioria dos modelos de processo de Engenharia de Software, o teste de software tem um papel importante na garantia da qualidade de um produto de software. Na maioria dos projetos, a maior parte do esforço vai para testes funcionais e alguns gerentes tendem a ignorar Testes de Performance completamente.
Para sites e aplicações Web, especialmente em uma situação de comércio eletrônico, Testes de Performance são fundamentais. Mesmo uma aplicação bug-free estará fadada ao fracasso, apenas por "aguentar" um tráfego médio, mas não é capaz de lidar com um pico significativo na vida real de uma situação. Para garantir que uma aplicação Web satisfaz certos critérios como performance, throughput de dados ou tempo de resposta, testes em um ambiente semelhante ao de produção será necessário.
O Teste de Performance em sua mais pura definição é o tipo de teste realizado para se verificar o tempo de resposta de uma aplicação, determinando assim a sua escalabilidade e confiança levando-se em consideração uma carga(load).
Olá pessoal!
Faz um tempo que criei uma página com desafios para serem solucionados com a ferramenta Selenium IDE.
A página pode ser acessada em: http://www.eliasnogueira.info/arquivos_blog/selenium/desafio/
Para ficar por dentro dos novos desafios acesse também o SemBugs: http://sembugs.blogspot.com/
Abraço!
Saudações leitores! Quem aí já teve que testar uma aplicação em flash
e se deparou quase que com uma missão impossível? Pois é, após ter
passado por esse caminho das pedras para ter que testar uma aplicação,
resolvi postar a solução que encontrei para realização de teste usando o
Selenium RC em aplicações feitas em flash.
Problema:
Basicamente o Selenium RC é uma ferramenta que permite você abrir
sessões em um browser compatível e rodar scripts de teste sob o mesmo,
para fazer isso o Selenium RC server age como um proxy entre o browser e o Selenium RC client driver.
O Selenium RC usa JavaScript para comunicação entre o Selenium RC client driver, Selenium RC server
e o browser. O problema em questão é que o Flash usa ActionScript para
criar métodos que interajam dentro de objetos swf incorporado em páginas
web, contudo a partir da versão 8 do flash a Adobe incorporou um
mecanismo para que o Java Script se comunique com o Action Script de
objetos swf, esse mecanismo é o ExternalInterface.
Continue lendo o artigo completo no meu blog: http://www.jailtonalkiminlouzada.com/2011/05/testes-funcionais-automatiz...
Esta fase tem por objetivo criar um documento que guie o Engenheiro de Teste à escolha da ferramenta mais apropriada para a empresa. Nesta fase o Engenheiro, depois de ter efetuado todos os testes com as ferramentas escolhidas como candidatas a serem utilizadas, revê todas as necessidades que a ferramenta deve cobrir e revê também a necessidade da empresa em relação a uma ferramenta.
A partir daí o Engenheiro de Teste lista as ferramentas selecionadas com seus principais benefícios, considerações, tipos de licença da ferramenta e tipo de ferramenta para todos os futuros envolvidos na utilização da ferramenta e os interessados. Os testes efetuados com estas ferramentas não precisam estar no domínio global do negócio, precisa apenas atacar alguns pontos mínimos para ser candidata. Quem decidirá pela escolha da ferramenta não é o Engenheiro de Testes, e sim todas as pessoas envolvidas.
Para saber um pouco mais sobre a Aquisilção de Ferramentas de Teste, acesse o link abaixo:
http://sembugs.blogspot.com/2010/04/aquisicao-ferramenta-teste.html
Abraços!
A Decisão por Automatizar os Testes é a primeira etapa do ATML (Automated Life-Cycle Methodology) é uma fase importante para seguir os próximos passos do ciclo de vida. Durante esta fase é importante a equipe de teste (isso envolve desde o Gerente até o Testador) levantar todas as expectativas e benéficos esperados na aplicação da automação no processo de teste.
Lembre-se que devemos seguir este ciclo de vida para cada ferramenta de automação no respectivo processo ou técnica de teste. Mesmo sabendo que automatizando parte do processo de teste o Retorno de Investimento (ROI) não é imediato, nem sempre ele tem um retorno em curto prazo. Por isso
todas as expectativas devem ser muito bem gerenciadas para não colocar sob o processo de automação todas as soluções para resolver problemas de tempo e maior qualidade de entrega.
Continue a leitura em: http://sembugs.blogspot.com/2010/04/automacao-decisao-por-automatizar.ht...
Entendendo que a qualidade do software está diretamente relacionada à satisfação do cliente, as empresas estão percebendo a importância em produzir software com qualidade. Neste contexto, o teste de software é um elemento crítico na garantia da qualidade de software, exercendo um fator importante na validação e homologação de sistemas de software. (Pressman).
Um tutorial bem pratico para a edição do campo “Valores Possiveis” da opção “Campos Personalizados” do Testlink 1.8.4 seja capaz de receber valores maiores do que o padrão.
Valeu.
Kléber Martins Alves