Times de Teste

Quais são as necessidades de um tester?

Novo post no Bytes don't Bite descreve os pontos abordados por Stephen Janaway em sua palestra "A Tester's hierarchy of needs". Interessou ? Segue o link 

http://bytesdontbite.com/2013/05/02/quais-sao-as-necessidades-de-um-tester/

....

Testes de Software, o certo e o errado

LUGATI - Consultoria de Testes @Vitória-ES


Pessoal,

criei um post no meu Blog falando sobre a Consultoria de Testes que fiz recentemente. Lá vocês podem acompanhar todo o processo e eventualmente colaborarem para que nosso trabalho, em conjunto, seja sempre positivo:
http://testavo.blogspot.com/2011/12/consultoria-de-testes-lugati-vitoria-es.html

A ideia é que vocês possam acompanhar o processo de mudança e autoconhecimento das empresas que desejam caminhar para o lado da qualidade. E é importante que nós possamos agregar com o trabalho de uns e outros pois tem espaço para todo mundo.

É possível que num futuro próximo nós possamos abrir uma Fábrica de Testes lá, daí vamos precisar conversar com mais calma.

abraços,
Luiz Gustavo Schroeder Vieira, CTAL
http://testavo.blogspot.com
http://www.lugati.com.br 

Qual a função de Testes de Software (mesmo)?

 

Pessoal,

 

criei um post no meu blog falando a minha opinião sobre qual a verdadeira/principal função dos Testes de Software em equipe de Desenvolvimento de Software.

A ideia de criar este post, é para mostrar que existe um lado positivo além do "aumentar o nível de qualidade do software através da satisfação do cliente" pois essa abordagem custa caro! Pensa se você fosse um gestor... 

http://testavo.blogspot.com/2011/07/qual-funcao-de-testes-de-software.html

Obviamente essa é a minha opinião, tem pessoas que possuem opiniões divergentes da minha. Estou aberto a discussões!

 

abraços,
Luiz Gustavo Schroeder Vieira, FCE, CTAL-TA
Consultor de Testes
BSTQB TAG Member
+55 (48) 9994-3569
Skype: luizgsvieira
luizgustavo@lugati.com.br
http://testavo.blogspot.com
http://www.lugati.com.br

TMap Next(Test Management Approach) - As 4 Essências do TMap Next - Parte 3

No clima empresarial desafiador de hoje, as organizações estão se concentrando em extrair ao máximo de seus negócios o valor de seus produtos e serviços. Conseqüentemente, a entrega rápida e qualidade de software continuam a se tornar mais importante e os riscos de uma maior qualidade de software insuficientes.

O teste é uma das ações importantes que uma organização pode tomar para controlar esses riscos. Teste fornece "insights" sobre a qualidade e os riscos associados à qualidade.

Com base nestes insights, as organizações podem tomar melhores decisões sobre a possibilidade de ter o software em funcionamento em produção sendo um dos objetivos do teste estruturado a gestão de forma eficaz destes riscos.

Riscos = Teste

Diz o TMap Next:

"NO RISK, NO TEST!!!"

Ou seja, se não houver risco(no produto) não há a necessidade de se testar. Tal afirmação se torna ainda mais forte ao lembrarmos-nos do conceito de teste para o TMap Next que é fornecer conselhos na qualidade dos produtos e riscos associados.

O TMap Next define que um risco do produto é a chance que o produto falha em relação ao estrago esperado, se isto ocorrer.

Desenvolvedores por Testador - Um comentário sobre a pesquisa


Uma dúvida que a maioria dos gestores tem em relação à equipe de testes, é saber qual o tamanho ideal para a mesma em relação à equipe de desenvolvimento. E está dúvida também veio diante de mim durante este pequeno período que estou trabalhando com testes de software.

 

Quando assumi a equipe de testes, tínhamos uma média de oito desenvolvedores para cada testador. Mas percebi que o desenvolvimento sempre conseguia caminhar mais rápido nas suas atividades do que a equipe de testes conseguia testar. Então veio a dúvida “O que fazer para que consigamos aumentar a velocidade do testes sem cair a qualidade do produto final?”

 

Preparar Ambiente de Testes

Pessoal,

conforme eu havia comentado nos posts anteriores, estou liberando a
versão "Preparando ambiente de testes" no meu guia "testes de forma
prática e objetiva".

O post é: http://testavo.blogspot.com/2010/06/preparar-ambiente-de-testes.html

O endereço do blog é: http://testavo.blogspot.com

Qualquer dúvida ou sugestão estou aberto a discussões (meu MSN é luizgustavo@lugati.com.br).

Nova comunidade que poderá revolucionar as ações sobre a divulgação de Testes: TESTADORES.

No dia 06 de abril de 2010 alguns dos mais renomados nomes de testes de software se reuniram em São Paulo Capital para criar uma comunidade que poderá ser uma revolução na maneira de divulgar testes no estado de São Paulo, passando depois para o Brasil, e quem sabe ter as ações realizadas em âmbito internacional.
A comunidade criada foi denominada Testadores.
Testadores 
Estavam presentes na reunião profissionais como José Correia, Elias Nogueira, Cleber Alves, Fabrício Ferrari, André de Oliveira, Jonathan Rodrigo, Fernando Ruano e com muita honra, eu, Robson Agapito, lá foi discutido sobre o nome da comunidade, as ações que iremos tomar para a divulgação de testes, como realizar a união de todos os profissionais de testes entre outros assuntos, além de um café maravilhoso que tomamos no Starbucks na capital paulista.
Lá chegamos a conclusão que devemos seguir a mesma linha de quando éramos Diretores Adjuntos pela ALATS-SP, além de novas atividades que estaríamos adquirindo a partir de agora.

Testes de Software no FISL


Pessoal,

criei um post falando sobre a presença do pessoal de Testes de Software nesse importante evento no meu blog (http://testavo.blogspot.com). O FISL (http://fisl.softwarelivre.org/10/www/) está na sua 10ª edição, já passa dos 4600 inscritos no evento e são esperados mais de 5000 participantes. Randal Schwartz, Michael Tiemann e Chris Hofmann são celebridades confirmadas neste ano.

Fui convidado para representar o grupo de usuários de Testes de Software no Fórum Internacional de Software Livre e gostaria de contar com a participação de todos nesse evento. Como não é um evento naturalmente dedicado/focado a Testes, estou negociando uma sala no evento e estive pensando em fazermos uma mesa redonda. Todos os participantes levam temas novos ou temas que gostariam de conversar e discutir com outros profissionais. Com isso, aumentaria o networking e nivelaria o conhecimento específico de todos os participantes. Deixando todos à vontade para conversar e questionar.

Quaisquer dúvidas estou à disposição.

att.
Luiz Gustavo Schroeder Vieira, CTFL, FCE
http://testavo.blogspot.com
MSN: luizgustavo@lugati.com.br

Metodologia para Gerenciamento de Recursos numa Execução Manual de Testes.

Autor(es): Felipe Silva e Thiego Carvalho
Publicado em: I SBTS
Data de publicação: Novembro/2006

RESUMO
Um dos fatores que levam a ocorrer defeitos escapados por falha humana é a maneira com que os testes são atribuídos para cada testador, por não existir um critério a satisfazer, acontece de determinados testes serem muitas vezes executados pelo mesmo testador, ou o testador não conhecer completamente os testes da sua equipe. Essas sucessivas repetições contribuem ainda para a falta de motivação dos testadores, levando-os a fadiga e limitando-os para as demais responsabilidades, desenvolvendo ainda vícios e abstrações gerados pela repetição da execução. Como forma de diminuir os defeitos escapados e melhorar a qualidade nos resultados obtidos, 4TestMethod é uma metodologia que analisa testes e testadores, resultando na combinação mais produtiva e mais confiável para os resultados reais, diminuindo assim os riscos de defeitos por falha humana. Além disso, esta metodologia se dispõe a distribuir o conhecimento entre o time de testes através da análise de distribuição das atividades e organização física entre os testadores.

Artigo completo anexado.

Diário de um Testador Jr #2

Welcome to the jungle!

O primeiro dia, acredito que em qualquer nova atividade, sempre é muito confuso. Muitas informações, muitas anotações, muitos nomes a guardar, muitas pessoas para conhecer. Eu sou péssimo na associação nomes/rostos e por isso, muitas vezes, não consigo associar a minha dúvida com a pessoa que pode saná-la.

A primeira impressão foi a melhor possível. Fui recepcionado pela mesma pessoa que me entrevistou, e fui apresentado a equipe, pessoa por pessoa. Expressões amistosas e disponibilidade para perguntas e respostas foram os mais marcantes fatos da primeira hora. Sentei à minha mesa e começou a avalanche: configurar as ferramentas, solicitar acessos, instalar programas, começar a estudar o produto em desenvolvimento e as ferramentas que serão usadas para testes, muita atenção e pouca ação.

O medo de fazer uma pergunta muito idiota e acabar parecendo mais idiota ainda me incomodava. Preferi prestar atenção à tudo, perguntando apenas aquilo que me sentia seguro suficiente para não parecer estúpido.

Acredito que tenha demorado em torno de 3 a 4 dias para saber identificar as pessoas à minha volta, mais uns dois dias para o ambiente de trabalho não parecer uma nave mãe alienígina. Eu já sabia, agora, aonde estava o banheiro e a copa, e principalmente, a máquina de café. O jogo começava a mudar.

Diário de um Testador Jr#1

Ambientação e História

Bom, antes de começar essa série (limitada ou não) sobre a vida de um Testador de Software iniciante, preciso explicar a vocês um pouco sobre mim. Acredito que sem essas informações, muitas das minhas dificuldades parecerão ridículas e alguns dos meus bons proveitos parecerão acidentais.

Começo dizendo que não acredito em acidentes ou sorte. Sorte nada mais é que a combinação de talento com oportunidade.

Vamos ao que interessa. Serão poucos parágrafos, não se preocupem:

Minha carreira profissional começou aos 18 anos, trabalhando como Técnico de Informática/Curinga num projeto de Pesquisa e Desenvolvimento de software. Recém saído do curso técnico em Processamento de Dados, minhas atividades eram referentes a tudo que não era desenvolvimento/programação. Cabia a mim cuidar da página na Intranet referente ao projeto, manutenção de alguns computadores e laboratório de testes, avaliação de softwares e hardwares utilizados,  atas de reunião, cotações e compras de material, enfim, TUDO que não fosse desenvolvimento. Inclusive, informalmente, alguns testes. Naquela época, no projeto, não era prevista fase ou processo de testes, além dos efetuados pelos programadores. Essa experiência durou 1 ano, aproximadamente, se encerrando com o fim do projeto.

Seleção de Engenheiros de Teste: Uma Tarefa Crucial.

Selecionar engenheiros de testes não é uma tarefa trivial. O fato das atividades de teste serem um serviço provido <http://www.testexpert.com.br/?q=node/460> e não um produto faz com que o perfil comportamental dos engenheiros de teste seja tão importante quanto o conhecimento técnico necessário. Essa importância se agrava ainda mais uma vez que no mercado atual não temos muitas pessoas com conhecimentos em testes, pois nossos cursos de graduação não possuem disciplinas de teste de software. É preciso, de alguma maneira, formar as pessoas. Durante essa formação, é comum ocorrer o fato das pessoas não se adequarem ao cargo por uma simples questão de perfil . Isso pode trazer sérios problemas como: comprometer o cronograma das atividades, uma vez que uma nova pessoa precisará treinada para substituir a antiga; passar a imagem da tarefa de teste como sendo bastante simples, já que ela depende muito mais de pró-atividade, podendo facilmente ser camuflada e o gerente achar que tudo está tudo sob controle sendo feito da melhor maneira possível; desestimular o restante da equipe pela rotatividade no time, etc. Isso tudo torna o processo de seleção uma tarefa crucial para o sucesso das atividades de teste.

Formando Equipes Eficientes de Teste de Software

Quando fui convidado para escrever para o TestExpert, achei a idéia muito interessante, já que também não temos, atualmente, um site totalmente dedicado e reconhecido na comunidade de testes de software no Brasil. Durante a escolha do meu tema, passei por TMM(Testing Maturity Model), Prevenção e Análise de Defeitos e outros assuntos que com certeza vou ainda relatar nos meus blogs.

No entanto, de nada adianta escrever sobre esses temas e outros como: Análise de Valor limite(BVA - Boundary Value Analysis), Partição de Equivalência(EQP - EQuivalence Partitioning), Tabelas de Decisão, Teste de Transição de Estados, Use Case Testing, Control Flow Analysis, Data Flow Analysis, Gestão de Defeitos, Testes Exploratórios, Estimativas de Teste e outros temas da área, se um dos pontos mais importantes para que essas técnicas sejam utilizadas é a presença de PESSOAS, ou seja, um time de teste de software deve ser formado.

 

Conteúdo sindicalizado