Pessoal, como alguns já sabem, tenho escrito no meu blog sobre formas mais práticas e objetivas de implantar o processo de testes de software, aos poucos vou postando sobre como elaborar uma Estratégia de Testes, Plano de Testes, criar Casos de Testes, etc. e minhas dicas e comentários sobre cada uma dessas atividades. Qualquer contribuição será de grande valia para enriquecer o conteúdo do blog!
Segue alguns assuntos já postados:
Elaborando uma Estratégia de Testes:
http://testavo.blogspot.com/2010/05/estrategia-de-testes.html
Elaborando um Plano de Testes:
http://testavo.blogspot.com/2010/05/elaborar-plano-de-testes.html
Exemplo de um Caso de Teste a partir de um Caso de Uso:
http://testavo.blogspot.com/2010/05/exemplo-de-caso-de-teste-criado-part...
Desmistificando Testes de Regressão:
http://testavo.blogspot.com/2010/05/desmistificando-testes-de-regressao....
Entre outros posts interessantes no passado que postei como Testes em Metodologias Ágeis, Técnicas Avançadas de Testes (Tabelas de Decisão, Partição de Equivalência, Tabelas de Decisão, etc.), críticas sobre o CInTeQ 2010, dicas para as provas do ISTQB (CTFL e CTAL), entre outros.
O endereço do meu blog é http://testavo.blogspot.com
Qualquer dúvida estou à disposição. Meu MSN é: luizgustavo@lugati.com.br
Durante meus estudos para certificação da IBM em Qualidade de Software (http://www-03.ibm.com/certify/certs/46000101.shtml), deparei-me com uma técnica de testes de caixa preta que achei bastante útil e interessante. Até então, conhecia as técnicas abaixo:
A mais recente técnica adquirida para meu "acervo" é a técnica chamada de Pairwise Testing, também conhecida como all-pairs, ou Orthogonal Arrays na IBM.
Objetivo
O objetivo desse artigo é mostrar o conceito de teste de software do ponto de vista de uma das maiores empresa de TI do mundo, a Intel Corporation.
Introdução
Procurando sempre se posicionar estrategicamente no mercado de processadores, a Intel através dos seus relatórios anuais de operação, afirma: "Entre dezembro de 1999 e agosto de 2002 a Intel liberou vinte diferentes versões do processador Intel® Pentium III e Pentium 4, o que corresponde aproximadamente a um novo processador a cada um mês e meio" (Intel 2002). Isso quer dizer que se a densidade de um circuito integrado dobra a cada doze meses, pode-se afirmar que os projetos de software também ficarão maiores e mais complexos.
Com isso, a mudança natural na indústria de software requer também que as empresas de software, assim como as de hardware, continuem competitivas e lancem produtos mais atualizados e com novas versões, adaptando-se assim ao novo hardware que foi lançado.
Segundo o site WIKIPEDIA, "Um data warehouse (ou armazém de dados, ou depósito de dados no Brasil) é um sistema de computação utilizado para armazenar informações relativas às atividades de uma organização em bancos de dados, de forma consolidada. O desenho da base de dados favorece os relatórios, a análise de grandes volumes de dados e a obtenção de informações estratégicas que podem facilitar a tomada de decisão.
O data warehouse possibilita a análise de grandes volumes de dados, coletados dos sistemas transacionais (OLTP). São as chamadas séries históricas que possibilitam uma melhor análise de eventos passados, oferecendo suporte às tomadas de decisões presentes e a previsão de eventos futuros. Por definição, os dados em um data warehouse não são voláteis, ou seja, eles não mudam, salvo quando é necessário fazer correções de dados previamente carregados. Os dados estão disponíveis somente para leitura e não podem ser alterados.
A ferramenta mais popular para exploração de um data warehouse é a Online Analytical Processing OLAP ou Processo Analítico em Tempo Real, mas muitas outras podem ser usadas.
O motivo pelo qual produzi esse artigo é que sempre vejo várias perguntas sobre essa tema e sempre há muita polêmica sobre o asunto. Resolvi fazer um estudo sobre o mesmo. Além de esclarecer cada técnica, exemplifico com exemplos práticos que tirei do meu dia-a-dia e medições de cobertura para cada técnica.
Olá pessoal, depois de tanto tempo estamos aqui com a segunda parte do artigo sobre Watir. Desculpem-me a demora, quem estava aguardando, mas estou
com muitos projetos profissionais que me impediram de conseguir um tempo para me dedicar ao artigo.
Sem mais desculpas, vamos ao que interessa.
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