Senhoras e senhores, é bom reencontrá-los! Depois de alguns (muitos) dias sem postar nada, venho trazer um assunto já conhecido entre vocês, mas sob uma nova ótica: as heurísticas de Nielsen. E aí vocês podem me perguntar: "Mas Ezequiel, esse artigo vai ser reprise dos anteriores?", ao que responderei: não! Esse artigo trata de explicar melhor cada uma das heurísticas, dando exemplos do dia-a-dia e dizendo como podemos resolver as suas violações da maneira mais adequada (o que faz esse material ótimo, também, para os desenvolvedores).
Antes, para quem perdeu os capítulos anteriores, uma breve explicação sobre as heurísticas: elas são o que poderíamos chamar de "bons princípios de usabilidade", diretivas gerais que podem nortear tanto o desenvolvimento e design do aplicativo quanto a sua avaliação. Existem vários conjuntos de heurísticas, mas o que é mais usado nos ambientes acadêmico e empresarial é o conjunto de heurísticas de Jakob Nielsen, exposto em sua obra, o livro Usability Engineering. Assim, serão essas as heurísticas avaliadas em nossa série de artigos. Portanto, sem mais delongas, vamos a elas!
1. Visibilidade e Estado do Sistema