Bom dia,
Publicação original em: http://www.camiloribeiro.com/blog/?p=1
Estou escrevendo esse post para passar para frente um pensamento que tenho ha algum tempo sobre o nosso popular termo "BUG".
Acredito que todo mundo já conhece essa história e nunca cansa de contar para todas as pessoas que perguntam o porquê desse termo.
O que quero perguntar é: Esse termo ainda é adequado?
Meu ponto de vista é que o nosso tradicional bug, ainda é o bug de 1945, atribuído a construção e a engenharia.
Se pensarmos nas fases do RUP, o bug é identificado em um código fonte ou em um produto de trabalho derivado da fase de construção ou identificado em um produto já em testes, homologação ou produção.
O problema é que ao longo de vários anos estamos aprendendo que o bug, aquele que está no código fonte, não é o único problema proveniente da engenharia de software, na verdade, muitas das vezes ele é somente uma consequência de um defeito em outra atividade ou em outro produto de trabalho.
Neste post falaremos de uma gambiarra, digo maneira de apresentar algum campo customizado no View Issues ou Ver Casos no Mantis.
Algumas pessoas tem me perguntado como fazer isso.
Ressalvas
Pre-Requisitos: ter criado um campo customizado.
Procedimentos
No diretório instalacao_mantis/core têm um arquivo chamado "custom_function_api.php"
Abra o arquivo e vá até a linha 195. Lá veremos a função custom_function_default_get_columns_to_view como mostra a imagem abaixo.
Poucos sabem, mas o Mantis pode ser entendido por diversos plugins.
Um dos desenvolvedores do Mantis criou a maioria do plugins disponíveis no site http://deboutv.free.fr/mantis/
A intenção neste post é apresentar o que faz cada plugin, onde dividiremos em séries apresentando estes plugin, para que você possa tirar mais proveito dessa ferramenta de BugTracker
Pré-visualizar | TestExpert
O inicio de tudo: Plugin Manager
O Plugin Manager é o “plugin pai”, é com ele que gerenciamos os outros plugins. Segundo sua própria página ele é responsável por:
IMPORTANTE: para poder utilizar todos os plugins, é necessário ter instalado, no mínimo, o Mantis 1.0.5.
Neste post a versão do Mantis que está sendo utilizado é a 1.1.6
Olá Pessoal!
Victor Boctor, principal desenvolvedor do Mantis BugTracker, submeteu um documento chamado Guia de Administração do Mantis (Mantis Administration Guide) da versão 1.2.x (atual, neste momento).
O material está no Scribd e em inglês, mas vale o esforço para quem não está tão familiarizado com a lingua do Tio Sam!
Link para o guia: http://www.scribd.com/doc/2088848/Mantis-Administration-Guide
Abraços!
Elias Nogueira
http://sembugs.blogspot.com
Para este meu novo post, ao invés de colocá-lo em formato do blog, vou disponibilizar um arquivo pdf contendo todos os passos necessários enquanto eu configuro os textos, links e imagens para que fique legivel aqui...
Você pode clicar neste link ou baixar o arquivo no final deste post!
O documento também está disponível via Scribd:
http://www.scribd.com/doc/5397664/Alteracao-do-Workflow-do-Mantis
Qualquer duvida, correção ou sugestão deixem um comentário!
Abraços!
Elias Nogueira
http://sembugs.blogspot.com
Instalando BugZilla 3.0.4
A tendência normal de um fluxo, é sempre a evolução! Não podia ser diferente do Bugzilla! Devida ao constante contato de alguns colegas com dificuldades para instalação e configuração desta ferramenta, resolvi dar uma nova olhada para como proceder na instalação desta nova versão e agora estou aqui atualizando este passo-a-passo para está nova versão!
Importante: Vejam o Release Notes desta nova versão, alguns bug's conhecidos deste bugtracker foram selecionados (para alegriar de muitos), tornando ainda melhor ela! Release notes: http://www.bugzilla.org/releases/3.0.4/release-notes.html
Faça o Download do BugZilla em: http://bugzilla.org/download.html (2.4 Meg). A extensão do arquivo é .tar.gz. Descompate-o na raíz do seu driver principal: <Driver>:\Bugzilla.
Com ele já descompactado, é necessário realizar alguns outros downloads de ferramentas necessárias para a utilização dele. Logo abaixo esta uma ordem de downloads e configurações a serem feitas antes.
A classificação da severidade e prioridade de um defeito é um ponto normalmente negligenciado e foco de interpretações incorretas. A classificação incorreta da severidade e da prioridade normalmente contribui para a ineficiência da priorização e agendamento da correção dos defeitos. O efeito colateral direto desse problema é a má utilização dos recursos em função do enfoque na correção de defeitos menos prioritários.
O sistema ajuda as equipes a trabalharem juntas controlando, priorizando e coordenando as milhares de pequenas tarefas que realizam no dia-a-dia e propicia a produção de softwares de melhor qualidade. É totalmente web e, por isso, toda equipe tem sempre a visão integral do que está emdesenvolvimento.
“Esses recursos funcionam de modo a manter toda equipe atualizada e permitir que os projetos sejam, literalmente, auto-gerenciados. A versão 6.0 do FogBugz é uma revisão completa do produto para melhorar ainda mais seu desempenho e facilidade de uso. Sugestões de clientes resultaram em milhares de aprimoramentos nesta versão”.
Hoje em dia não consigo ver a empresa que eu trabalho sem uma ferramenta para gestão de defeitos. Acredito que você após conhecer uma ferramenta destas com certeza irá dizer a mesma coisa.
Tudo começou em Jul/2005 quando conheci o Bugzilla, e de cara pedi para o pessoal de infra-estrutura instalar essa ferramenta, após o OK de infra, comecei a mexer na ferramenta, alterar configurações... confesso que em um primeiro momento achei que não iria me adaptar, e não conseguia enxergar um processo claro para reportar bugs, até que saiu o primeiro fluxo e pronto! FUNCIONOU! - O desenvolvedor recebeu o primeiro bug, e colocou um comentário como "Resolvido, OK!", com isso nosso primeiro projeto teve seus erros controlados em uma ferramenta.
Pra mim, isso foi uma grande evolução e para a empresa também. Só pra você ter uma idéia, hoje temos uma base com mais de 3700 bugs e aproximadamente 40 projetos controlados com a ferramenta. Definitivamente abandonamos as velhas planilhas e "melhoramos" a comunicação de problemas para a área de desenvolvimento.
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