Objetivo
O objetivo desse artigo é mostrar o conceito de teste de software do ponto de vista de uma das maiores empresa de TI do mundo, a Intel Corporation.
Introdução
Procurando sempre se posicionar estrategicamente no mercado de processadores, a Intel através dos seus relatórios anuais de operação, afirma: "Entre dezembro de 1999 e agosto de 2002 a Intel liberou vinte diferentes versões do processador Intel® Pentium III e Pentium 4, o que corresponde aproximadamente a um novo processador a cada um mês e meio" (Intel 2002). Isso quer dizer que se a densidade de um circuito integrado dobra a cada doze meses, pode-se afirmar que os projetos de software também ficarão maiores e mais complexos.
Com isso, a mudança natural na indústria de software requer também que as empresas de software, assim como as de hardware, continuem competitivas e lancem produtos mais atualizados e com novas versões, adaptando-se assim ao novo hardware que foi lançado.
Após aproximadamente 7.000 mil visitas na primeira versão deste artigo, originalmente publicado e atualizado pela última vez em 08/12/2007 às 16:50, a versão 2008 tem algumas novidades imperdíveis: nova certificação TMap®, conteúdos atualizados e a nova estrutura de certificação "Expert" da ISTQB.
Para não repetir tudo que já foi dito na primeira edição, focarei principalmente a nova certificação e os conteúdos que durante esse ano que se passou foram atualizados. Isso fará com que a leitura seja rápida, precisa e os membros da comunidade de qualidade e teste de software tenham a capacidade de facilmente ou quase que instantaneamente saber das últimas novidades do mercado em termos de certificação.
O artigo está dividido em dois blocos de certificação:
1. Certificações Baseadas no Conhecimento Teórico em Teste e Qualidade de Software.
2. Certificações Baseadas no Conhecimento de Ferramentas de Automação para Teste de Software.
Certificações Baseadas no Conhecimento Teórico em Teste e Qualidade de Software ![]()
Segundo o site WIKIPEDIA, "Um data warehouse (ou armazém de dados, ou depósito de dados no Brasil) é um sistema de computação utilizado para armazenar informações relativas às atividades de uma organização em bancos de dados, de forma consolidada. O desenho da base de dados favorece os relatórios, a análise de grandes volumes de dados e a obtenção de informações estratégicas que podem facilitar a tomada de decisão.
O data warehouse possibilita a análise de grandes volumes de dados, coletados dos sistemas transacionais (OLTP). São as chamadas séries históricas que possibilitam uma melhor análise de eventos passados, oferecendo suporte às tomadas de decisões presentes e a previsão de eventos futuros. Por definição, os dados em um data warehouse não são voláteis, ou seja, eles não mudam, salvo quando é necessário fazer correções de dados previamente carregados. Os dados estão disponíveis somente para leitura e não podem ser alterados.
A ferramenta mais popular para exploração de um data warehouse é a Online Analytical Processing OLAP ou Processo Analítico em Tempo Real, mas muitas outras podem ser usadas.
Segundo a NBR ISO 9000:2005, "qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz aos requisitos". Ou seja, pode-se afirmar que se algum produto ou serviço atende aos requisitos especificados, este mesmo produto ou serviço possui a qualidade desejada.
A qualidade pode ser medida através do grau de satisfação em que as pessoas avaliam determinado produto ou serviço. No entanto, esse produto ou serviço pode ter qualidade para algumas pessoas e para outras nem tanto, ou seja, a qualidade é algo subjetivo.
Conceituar desta forma então o termo qualidade se torna uma tarefa muito difícil, pois elementos intrínsecos estão enraizados no intelecto de cada ser.
O termo TQM (Total Quality Management), amplamente usado nas organizações, também descreve uma abordagem para a melhoria da qualidade. De acordo com Kan (2002), "O termo tem tomado vários significados, dependendo de quem interpreta e como se aplica." (KAN, 2002, p. 30). Independente dos seus vários tipos de implementação, os elementos chave do TQM podem ser resumidos conforme Figura 1, abaixo:
Figura 1 - Elementos chave do TQM.
A crescente evolução do mercado faz com que os profissionais, cada vez mais, se atualizem através de programas de certificação profissional e por outro lado as empresas buscam por profissionais capacitados e qualificados.
Por muito tempo ainda as Certificações em T.I. serão um caso polêmico. Isso porque alguns não acreditam na real validade da certificação, achando que qualquer um que estudar poderá tirar a certificação sem experiência comprovada e que na verdade a certificação não comprova realmente a capacidade de um profissional resolver determinado cenário. Por outro lado, alguns acreditam que a certificação é essencial para completar a formação profissional, fazendo com que a pessoa se atualize constantemente, tornando também o profissional mais valorizado perante o mercado de trabalho.
O caso é que, atualmente, as Certificações em T.I. ainda fazem a diferença em entrevistas de emprego. Empresas preferem dar mais credibilidade para o profissional certificado do que o não-certificado. Isso depende da política de contratação de cada empresa e não serve de regra para todas.
Dando continuidade com a série "Conhecendo Ferramentas de Automação para Teste de Software - WebLOAD", vamos agora para a nossa Parte 3, que será o desfecho do nosso aprendizado.
Nessa terceira parte do artigo, vou apresentar um caso prático da ferramenta WebLOAD Console para assim, todos colocarem em prática a teoria da primeira parte do artigo.
WenLOAD Console
Após termos gravado o nosso exemplo na Parte 2 da nossa série, colocaremos o script gerado no ambiente de execução, ou seja, o WebLOAD Console. Ao abrir o ambiente WebLOAD Console, a tela abaixo é mostrada:
O leitor poderá explorar outros modos de criação do template, mas para nosso exemplo usaremos o bom e velho Wizard que no WebLOAD é muito bom e fácil de ser usado para quem está começando.
Clique em Create a new template using WebLOAD Wizard. A próxima tela será uma janela de Welcome. Clique em Next!
Os principais problemas que um Gerente de Projetos de Software enfrenta estão relacionados aos processos de estimativa dos prazos de entrega dos projetos. Influenciando estes prazos, e suas estimativas, temos ainda a composição da equipe de projeto e desenvolvimento e o acompanhamento das etapas efetuadas pela mesma. Somam-se a isso, as crescentes mudanças no mercado e as novas tecnologias disponíveis para se projetar e desenvolver softwares, e temos um cenário competitivo extremamente dinâmico no qual as empresas desenvolvedoras de software devem se adaptar para continuarem competitivas e principalmente manterem sua fatia de mercado, duramente conquistadas. O Gerente de Projetos de Software torna-se, portanto, fundamental na sobrevivência e crescimento destas empresas no mercado.
A busca pela melhoria na qualidade do processo de desenvolvimento de software através de padrões, normas e ferramentas, está fazendo com que a empresa que tenha estabelecido e cumpridos prazos de entrega, e os mesmos sejam reduzidos, mantendo a qualidade do software, obtenham vantagens consideráveis sobre suas concorrentes. Porém estimar o tempo de projeto e desenvolvimento de um software e a data de entrega do mesmo para o cliente é um processo delicado o qual envolve muita sensibilidade do Gerente de Projetos de Software e, principalmente, uma excelente capacidade de estimativa. É um cenário comum dentro das empresas desenvolvedoras de software.
Demorei, mas voltei!!!(Risos). Peço desculpas por ter demorado tanto para escrever a segunda parte do artigo WebLOAD. Agradeço também o grande número de e-mails recebidos dos profissionais que se interessaram pela ferramenta.
Nessa segunda parte do artigo, vou apresentar um caso prático da ferramenta WebLOAD IDE para assim, todos colocarem em prática a teoria da primeira parte do artigo. Vou separar em dois artigos ainda a explicação do WebLOAD IDE e Console(Isso para que os artigos não fiquem tão longos e o profissional assim pode absorver mais não tornando a leitura cansativa):
1. Apresentação detalhada e utilização do Ambiente de Criação WebLOAD IDE(Parte 2).
2. Apresentação detalhada e utilização do Ambiente de Criação WebLOAD Console(Parte 3 - Publicação logo após a Parte 2).
WebLOAD IDE
Para fazer o teste de performance, temos que primeiramente gravar o script, para então importarmos no ambiente WebLOAD Console. Ao abrir o ambiente WebLOAD IDE, a tela abaixo é mostrada:
Dando continuidade na série "Conhecendo Ferramentas de Automação para Teste de Software", vou apresentar dessa vez uma ferramenta específica para Testes de Carga e Performance. Ela se chama WebLOAD. Desconhecida de muitos e utilizada por poucos, a ferramenta é open-source e é patrocinada pela Radview Software. Nela é possível realizar testes de carga e performance, podendo ser facilmente usada por qualquer analista de testes. Atualmente, a última versão é a 8.1.0.118.00. O WebLOAD pode ser comprado na sua versão profissional, possuindo essa mais funcionalidades que a open-source.
Diferentemente do primeiro artigo escrito dessa série, irei dessa vez apresentar casos práticos da utilização dessa ferramenta e suas principais funcionalidades, de maneira que o leitor possa aprender rapidamente e já fazer seus testes de carga/performance e analisar os resultados gráficos apresentados pela ferramenta WebLOAD. Por isso, vou dividir em duas partes a apresentação desse artigo: na primeira mostro as principais funcionalidades da ferramenta WebLOAD e na segunda vamos fazer um caso prático.
Primeiramente gostaria de agradecer ao nosso grande amigo Cristiano Caetano, idealista do portal TestExpert. Estou cada vez mais impressionado com o crescimento do site em tão pouco tempo, contando com várias contribuições, vagas de emprego para teste de software e o laço de amizades que vamos fazendo à medida que vamos aumentando nosso networking. Os frutos dessa idealização já estão sendo colhidos, especialmente pela publicação do meu artigo "Formando Equipes Eficientes de Teste de Software", pois muitos profissionais estão me procurando para resolver problemas enfrentados em formação de equipes de teste de software e até mesmo a carreira de um Analista de Teste de Software. Muito obrigado!!!
Muitos ainda têm dúvida sobre a norma ISO/IEC 9126-1. Quais são realmente os elementos que constituem esta norma?
A norma descreve um modelo de qualidade do produto de software, composto de duas partes:
- Ano da Publicação: 1991.
- Nº. de páginas: 21.
Abaixo segue a norma completa, composta em seu lado esquerdo pelas características da qualidade de software e do lado direito pelas subcaracterísticas da qualidade de software.
Além da ISO/IEC 9126-1, existem outras normas da série 9126:
Quando fui convidado para escrever para o TestExpert, achei a idéia muito interessante, já que também não temos, atualmente, um site totalmente dedicado e reconhecido na comunidade de testes de software no Brasil. Durante a escolha do meu tema, passei por TMM(Testing Maturity Model), Prevenção e Análise de Defeitos e outros assuntos que com certeza vou ainda relatar nos meus blogs.
No entanto, de nada adianta escrever sobre esses temas e outros como: Análise de Valor limite(BVA - Boundary Value Analysis), Partição de Equivalência(EQP - EQuivalence Partitioning), Tabelas de Decisão, Teste de Transição de Estados, Use Case Testing, Control Flow Analysis, Data Flow Analysis, Gestão de Defeitos, Testes Exploratórios, Estimativas de Teste e outros temas da área, se um dos pontos mais importantes para que essas técnicas sejam utilizadas é a presença de PESSOAS, ou seja, um time de teste de software deve ser formado.