O testlink possui duas funcionalidades que não são integradas. Uma é o relatório de execução de teste ou simplesmente “Relatório de Teste” e a outra é o anexo de arquivos após a execução dos testes. Pensando nisso, elaborei uma customização para ao gerar esse relatório as evidências de teste de cada execução sejam geradas, juntando as duas funcionalidades e facilitando a exportação de todas as evidências de cada release como "entregável" de cada ciclo de teste. Para acessar os fontes, o tutorial e a demonstração da customização acessar o link abaixo:
http://www.camiloribeiro.com/blog/?p=427
Publicação oficial: http://blog.camiloribeiro.com/
Críticas, sugestões e correções: camilo@camiloribeiro.com.
Obrigado :)
Uma tarefa que parece fácil (e efetivamente é) pode se tornar um problema que dura quase um mês. Foi exatamente isso que aconteceu quando eu comecei a pesquisar sobre como integrar o TestLink, ferramenta Open Source de gerencia de testes ao Active Directory.
Alguns motivos que dificultaram a configuração:
Publicado originalmente em: http://blog.camiloribeiro.com
Bom dia, vou publicar algumas customizações de ferramentas open-source e sempre vou postar uma cópia aqui para facilitar a pesquisa.
Mantenho-me disponível para quaisquer esclarecimentos através do e-mail camilo@camiloribeiro.com.
Essa publicação é uma customização do TestLink:
Apesar de trabalhar muito com a "mega suíte" de ferramentas de engenharia de software da IBM Rational, acredito que o open-source TestLink é uma ferramenta sob medida para nós analistas de teste coordenarmos os nossos projetos. O TestLink tem recursos muito interessantes e pouquíssimos problemas e inconformidades com os padrões e nomenclatura do ISTQB .
Bom, como toda ferramenta, o TestLink não é perfeito, e possui alguns problemas pontuais que podem ser corrigidos com menos ou mais esforço, um pouco de dedicação e conhecimento básico sobre PHP e MySQL.
Na empresa onde eu trabalho, estou ajudando a implantar e customizar o TestLink e durante essa customização um dos problemas foi identificado.
Não existe uma maneira de exibir os requisitos, escopo, nos documentos “Plano de teste” e “Relatório de teste”, apenas o seu título e identificação.
Um dos nossos clientes tem uma exigência contratual que obriga a presença desse conteúdo nos casos de teste, o que tornaria o TestLink uma ferramenta incompleta para os projetos desse cliente.
Bom dia,
Publicação original em: http://www.camiloribeiro.com/blog/?p=1
Estou escrevendo esse post para passar para frente um pensamento que tenho ha algum tempo sobre o nosso popular termo "BUG".
Acredito que todo mundo já conhece essa história e nunca cansa de contar para todas as pessoas que perguntam o porquê desse termo.
O que quero perguntar é: Esse termo ainda é adequado?
Meu ponto de vista é que o nosso tradicional bug, ainda é o bug de 1945, atribuído a construção e a engenharia.
Se pensarmos nas fases do RUP, o bug é identificado em um código fonte ou em um produto de trabalho derivado da fase de construção ou identificado em um produto já em testes, homologação ou produção.
O problema é que ao longo de vários anos estamos aprendendo que o bug, aquele que está no código fonte, não é o único problema proveniente da engenharia de software, na verdade, muitas das vezes ele é somente uma consequência de um defeito em outra atividade ou em outro produto de trabalho.
Ontem (09/03/2009) em Belo Horizonte ocorreu um evento organizado pelo Spin-BH na Faculdade Pitágoras com duas palestras sobre matérias relacionadas a Teste de Software, Teste de Segurança e Automação de Testes. Segue abaixo minha publicação do evento há alguns dias: O SPIN-BH(Software Process Improvement Network, - Belo Horizonte) é uma organização integrante da Rede de Melhoria de Processos de Software (SPIN) filiada ao Software Engineering Institute (SEI), formada por um grupo de profissionais de software situados na região de Belo Horizonte,interessados na melhoria do processo de desenvolvimento de software. O evento foi muito bem organizado e reuniu (acredito eu) mais de 70 pessoas entre analistas de teste, gerentes de projeto e interessados em engenharia de software em geral.
http://www.testexpert.com.br/?q=node/1232
Uma falha grosseira na construção do portal da agência reguladora permitia
o acesso às informações. Os IDs dos chamados são seqüenciais, de tal
forma que basta trocar um número para ter acesso a informações de
outras pessoas. O login é uma combinação de CPF e e-mail, dados que a
falha permite obter irregularmente, agravando a situação.
A Anatel foi comunicada da situação pelo Baguete às 16h. O portal
procurava uma posição oficial do órgão sobre a situação, descoberta
pelo leitor Diego Plentz, enquanto olhava um pedido aberto por ele
mesmo junto à agência.
Bom dia,
Recebi essa notícia e achei interessante compartilhar e saber a opinião de vocês sobre o nosso mercado dentro e fora do país.
http://carreiradeti.com.br/carreira-areas-ti-tecnologia-prova-recessao/