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Sobre Fernando Scarazzatto Diretor do escritório brasileiro do Quality Assurance Institute (QAI), organização internacional promotora de programas de certificação profissional, cursos preparatórios e consultoria na área de qualidade de sistemas de informação. Formado em análise de sistemas pela Universidade São Francisco, já trabalhou nas mais diversas áreas da Tecnologia da Informação, tais como: requisitos, design, construção, banco de dados e gerenciamento de projetos, atuando desde a década de 80. Cursou pós-graduação em Melhoria do Processo de Software na Universidade Federal de Lavras e atua como especialista em teste de software e garantia da qualidade de sistemas de informação desde 1997, customizando e implantando metodologias de mercado em clientes de vários portes e segmentos. É especialista em ferramentas de gerenciamento e automação de processos de teste e de monitoração de software. Certificado desde 2006 como Certified Software Tester (CSTE), certificação profissional global administrada pelo Quality Assurance Institute (QAI).
Março/2008 - Entrevista com Alexandre Bartiéseg, 03/03/2008 - 22:07 — EntrevistasTEX> O seu livro "Garantia da Qualidade de Software" é uma das maiores referências no Brasil na área de qualidade e teste de software. Na sua opinião, quais são as principais mudanças no panorama nacional em relação à qualidade e teste de software nos últimos anos? Bartié> São muitos os fatores que estão influenciando as organizações a apostarem cada vez mais em modelos de gestão TI e que entendam as disciplinas de testes e qualidade de software como altamente estratégicas para o sucesso e bom desempenho da empresa como um todo - o Brasil apenas acompanha uma tendência mundial. Com o aumento da dependência tecnológica, a TI ganha importância estratégica, podendo criar diferenciais que podem colocar uma empresa em vantagem competitiva no mercado. Os projetos de software ampliaram sua dimensão e importância nas organizações, pois agora integram não apenas as áreas internas, mas toda sua cadeia produtiva, envolvendo um grande número de empresas. Os sistemas ampliaram suas plataformas e deixaram de ser executados apenas no ambiente interno e controlado da organização, mas estão presentes nas casas, escolas, lojas, celulares - tudo graças à internet e às tecnologias móveis.
Novembro/2007 - Entrevista com Ricardo Cristallidom, 11/11/2007 - 16:49 — EntrevistasTEX> Sendo o vice-presidente da ALATS (Associação Latino Americana de Teste de Software), quais são as suas percepções em relação à aceitação e penetração da CBTS (Certificação Brasileira de Testes de Software) no cenário brasileiro? Ricardo Cristalli> A ALATS criou a Certificação Brasileira de Teste de Software (CBTS) para atender a uma exigência do mercado brasileiro que estava demandando um processo de certificação e qualificação de profissionais em teste de software. A prova disso é que a CBTS, vem sendo muito bem recebida. Além da CBTS já temos hoje mais duas certificações a CSTE e a ISTQB. A prova CBTS é difícil, o índice de aprovação de aproximadamente 40%, mostra isso. Acredito que deva ser assim mesmo, afinal trata-se de uma certificação, e as empresas podem saber que ao contratar um profissional CBTS estão levando um profissional qualificado.
Outubro/2007 - Entrevista com Emerson Riosseg, 01/10/2007 - 19:26 — EntrevistasTEX> O que é a ALATS (Associação Latino Americana de Teste de Software) e qual é a proposta da CBTS (Certificação Brasileira de Testes de Software)? Emerson Rios> A ALATS é uma associação sem fins lucrativos cuja missão é melhorar a qualidade do teste de software no Brasil e na América Latina. Essa missão é cumprida, atualmente, através da promoção de eventos, tais como, palestras gratuitas, seminários e treinamentos. Temos um projeto para 2008 que é a ALATS na Estrada onde pretendemos levar seminários a preços baratos para diversas capitais. A proposta da CBTS é criar um padrão de qualidade para aqueles que trabalham com teste de software. Aquele que faz o exame CBTS, mesmo quando é reprovado, adquire um grau de conhecimento que tem reflexos imediatos no seu trabalho. TEX> Qual a vantagem de um profissional certificar-se pela CBTS (Certificação Brasileira de Testes de Software) ao invés da uma certificação de testes internacional? Emerson Rios> Eu não gostaria de comparar o CBTS com outros exames em termos de vantagem. A nossa proposta é ter um modelo de certificação brasileiro. Mostrar que podemos aqui no Brasil construir um exame do mesmo nível de qualidade do que aqueles existentes no exterior. Acho que isso é muito importante para o país. Por que pagar royalties se temos um exame brasileiro mais barato e com o mesmo nível de qualidade.
Setembro/2007 - Entrevista com Leonardo Molinarisab, 25/08/2007 - 14:35 — EntrevistasSobre Leonardo Molinari TEX> O seu livro sobre Testes de Software foi lançado em 2003. De lá para cá, houve um aumento exponencial na oferta de produtos e serviços baseados em software. Como conseqüência, criou-se uma mercado de outsourcing de TI em escala mundial, que por sua vez, alavancou a formalização das atividades de teste de software e a adoção de modelos e normas de qualidade. Se você fosse escrever uma nova edição do seu livro para adequar-se a essa nova conjuntura, quais seriam as principais mudanças?
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